"Você não controla aquilo que acredita, mas aquilo que você acredita é que controla você."
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Malas Vazias!
“Ele esvaziou a si mesmo.”
Ele é o “Eu Sou”! Isto é, o Deus do agora! Enfrentamos todas as situações com uma mala vazia junto com o Deus do agora. Ele dá, em comunhão com Ele mesmo, tudo que é necessário para o momento. Vi com meus próprios olhos, pais e cônjuges que o mundo consideraria ignorantes, fazerem coisas inteligentes “de gênio”, porque “tudo” que tinham era uma dependência em Deus.
Nós imploramos por tudo, exceto aquela coisa necessária que é dada gratuitamente: comunhão constante e presente com Deus!
Quando andamos com as malas vazias, somos felizes!
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Pense nisso!
"Se a vontade de Deus não é boa, perfeita e agradável para nós, então é nosso deus quem precisa mudar."
(Observaram deus com letra minúscula?)
Fernando Korndorfer
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Ele me dirige através das minhas escolhas...
(do original He Leads Me Through My Choosing, de Mike Wells)
“O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta. Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranqüilas; restaura-me o vigor. Guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome. Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem. Preparas um banquete para mim à vista dos meus inimigos. Tu me honras, ungindo a minha cabeça com óleo e fazendo transbordar o meu cálice. Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto viver.” (Salmo 23:1-6 NVI).
O Senhor é o meu Pastor: que coisa maravilhosa! Ele não é meu General, meu Patrão, ou meu Feitor, exigindo que eu ande atrás Dele com os pés presos por correntes, sempre com medo de sair da linha, tomar a decisão errada ou escolher algo que Lhe seja desagradável. Ele é o Pastor. Ele me dirige. Quando garoto, eu estava certa vez sentado na porta de trás da casa, numa noite enluarada, escutando o meu avô queixar-se das ovelhas. E como não se queixar? Na noite anterior havíamos chegado em casa bem a tempo de ver um coiote iluminado pelos faróis saltar a cerca. Ele tinha uma ovelha nova com a cabeça presa pelos dentes e o corpo dela jogado sobre suas costas. E havíamos passado a noite toda sentados no telhado da casa esperando que os coiotes retornassem. Depois de muitas horas de espera, decidimos fazer uma pausa e entramos na casa para tomar café. Quando retornamos, várias ovelhas já haviam sido mortas sem que nenhum som de alarma fosse emitido pelas ovelhas. Em outra ocasião, fiquei observando espantado enquanto várias ovelhas seguiam umas às outras para dentro do espesso lamaçal de esterco que havia no curral de alimentação, onde passo a passo foram se afundando cada vez mais, até ficarem completamente presas e gritarem por socorro.
Para mim era óbvio que criar ovelhas era um negócio caro, exasperante e frustrante. Meu avô tinha que fazer tudo por elas, e elas eram muito bobas. Certa vez sugeri ao meu avô: “Vô, por que não nos livramos de todas as ovelhas?” Eu pensava que seria elogiado por minha idéia, mas ele imediatamente retrucou: “Ah não, eu gosto delas!” Essa simples frase me revelou que ele era um pastor em seu coração. Eu amava aquele pastor! Pois muitas vezes eu próprio havia descoberto que estava preso, que era bobo e um maria-vai-com-as-outras, e ainda que eu fosse exasperante, frustrante e caro, ele demonstrava esse mesmo coração para comigo.
Agora, se multiplicarmos essa ilustração simples por um milhão, começaremos a ter um vislumbre do coração do Grande Pastor. E como é que somos nós, as ovelhas? As ovelhas seguem alguém naturalmente, e conhecem a voz da pessoa que as protege e supre. Elas podem ser lideradas, ao contrário da maioria dos outros animais, que precisam ser conduzidos. O corpo delas não foi feito para lutar; quando têm problemas, elas simplesmente gritam por ajuda. Elas não têm um plano aparente, e gostam de se espalhar por aí. Um bom pastor não luta contra a natureza da ovelha, mas usa essa natureza; ele entende as fraquezas das ovelhas e completa aquilo que falta. Ainda que as ovelhas possam dormir quando os lobos estão rondando, o pastor não dorme. As ovelhas não têm a mínima idéia sobre os cuidados e as necessidades de amanhã, mas o pastor tem. As ovelhas não têm um plano nem um método para realizar, mas o pastor tem. Em tudo aquilo que as ovelhas são fracas, o pastor é forte.
Qual o valor prático disso para nós, nos dias de hoje? Eu gostaria de aplicá-lo ao processo decisório, visto que a maioria dos cristãos simplesmente não entende a sua fraqueza nessa área ou, conseqüentemente, sua necessidade de que o Pastor seja a sua força. O Pastor tem-nos guiado nos acontecimentos naturais da vida; esta é a Sua função. Ele apenas nos está pedindo que sejamos aquilo que somos naturalmente. Naturalmente não sabemos o futuro, exatamente o quê deveríamos estar fazendo amanhã, ou o lugar exato para onde Ele nos está levando. Se soubéssemos todas essas coisas, não estaríamos andando por fé e, portanto, não poderíamos estar agradando a Ele. Pois “sem fé é impossível agradar a Deus...” (Hebreus 11:6 NVI)
Mas o que nós fazemos naturalmente? A resposta é diferente para cada pessoa. Eu sei o que eu faço naturalmente: eu escrevo, dou palestras, viajo, discipulo, e faço caminhadas (descobri que presto mais atenção à voz Dele quando estou caminhando lá fora). Ninguém precisa me dizer para fazer essas coisas, pois as fui fazendo naturalmente desde que me tornei cristão. Essa é a minha vida de ovelha atualmente. Para você, pode ser cuidar das crianças, limpar a casa e balbuciar alguns pedidos a Deus nos escassos momentos a sós com Ele, entre as obrigações de mãe e esposa. Pode ser que você vá para o emprego de carro, trabalhe, volte para casa, vá para um segundo emprego, faça uma visita para manter as amizades e, antes de cair na cama, ache um tempinho para abrir as Escrituras.
A coisa mais importante é se você crê ou não crê que Ele o dirigiu a esse ponto. Se você acha que você é responsável pelo lugar em que está, então a descrença tem uma porta de entrada e você vai gastar tempo pensando nos “se”. Eu creio que nas épocas em que estive na escola, em que trabalhei com couro ou na construção civil, quando estive desempregado, fui gerente, faxineiro, cortador de árvore de Natal, mecânico de automóveis, pastor no campus, reformador de casas, pintor ou palestrante internacional, eu estava sempre sendo dirigido! Eu tenho um Pastor e não vou crer em qualquer outra coisa.
Como Pastor, Ele me dirige através do natural. Mas atenção para um segredo! As ovelhas são dirigidas, não sabem para onde vão e no grande pasto elas escolhem a grama que lhes parece mais apetitosa. Ele me dirigiu ao casamento, mas fui eu quem escolheu a esposa. Ele me dirigiu para a escola, mas fui eu quem a escolheu. Ele me dirigiu ao Tennessee, Novo México, Kansas e Colorado através de acontecimentos naturais, mas eu escolhi ir para aqueles lugares. Ele estava dirigindo, eu escolhendo, e eu sempre escolhi a coisa perfeita. Sim, Ele estava me dirigindo através da minha escolha. Hoje Ele me levou a um ministério internacional, e eu posso escolher para onde quero ir. Não há como errar, pois estou no pasto para o qual Ele me dirigiu.
Você consegue enxergar que a decisão é sempre tomada no contexto do pasto dentro do qual Ele o colocou? Ele está dirigindo você para um pasto, e nada há ali que possa causar a sua destruição, de modo que você tem liberdade de escolher qualquer das coisas que enxerga (obviamente não estamos falando do pecado que pode ter invadido o seu pasto). Esta é uma caminhada de fé; se você estiver andando em descrença, nem tente entrar nessa discussão. Um Deus pequeno coloca o peso das grandes decisões sobre os seus ombros, enquanto que um grande Deus coloca sobre você somente o peso das pequenas decisões. A descrença exige decisões trabalhosas, enquanto que um grande Deus facilita as coisas.
Você consegue crer nisso? Não é você quem manda nas suas crenças: são as suas crenças que mandam em você!! Muitas vezes a sua fé será apenas do tamanho de uma moeda, mas você se encontra numa situação do tamanho de um prato. No início, vai querer diminuir o tamanho da situação para fazê-la caber dentro daquilo que você acredita que Deus pode fazer, mas o plano de Deus é que você expanda a sua fé. Você tem um Pastor que o dirigiu ao ponto exato em que você se encontra hoje, portanto hoje você pode escolher a grama que lhe parece melhor. Não acredito que eu alguma vez tenha feito um erro. Isso não quer dizer que eu não tenha pecado, estado errado ou falhado. Porém nunca errei em conhecer a vontade de Deus. Simplesmente reconheço que Ele está dirigindo, daí tomo uma decisão de acordo com aquilo que me parece bom, e então digo: “Pai, eu quero a Sua vontade e não a minha. Eu escolho fazer tal e tal” E, em seguida, começo a agir. Deus tem sido fiel em fechar as portas a tudo que não seja da Sua vontade.
“Acho que não deve ser da vontade de Deus que eu faça aquilo, pois eu tenho vontade de fazê-lo e seria muito divertido.” Esta é uma frase que mostra a descrença da pessoa que a diz. Para começar, quem foi que colocou o desejo em você? Você é realmente tão esperto que conseguiu conjurar sozinho essa vontade de fazê-lo? Já se perguntou por que algumas pessoas gostam de ficar em casa e outras, de viajar? Já se perguntou por que não me incomodo de ficar sem comer e dormir num chão sujo sem aquecimento no inverno? Porque Deus colocou isso em mim. E por que algumas pessoas detestam essas mesmas coisas? Porque Deus colocou isso nelas. Fico contente que Deus colocou na Betty algo diferente daquilo que colocou em mim. Ela prefere ficar em casa porque Deus colocou isso nela! E ela preferir ficar em casa, eu tenho uma base a partir da qual posso viajar. Todas as coisas cooperam umas com as outras, em fé!
“O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta. Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranqüilas; restaura-me o vigor. Guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome. Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem. Preparas um banquete para mim à vista dos meus inimigos. Tu me honras, ungindo a minha cabeça com óleo e fazendo transbordar o meu cálice. Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto viver.” (Salmo 23:1-6 NVI).
O Senhor é o meu Pastor: que coisa maravilhosa! Ele não é meu General, meu Patrão, ou meu Feitor, exigindo que eu ande atrás Dele com os pés presos por correntes, sempre com medo de sair da linha, tomar a decisão errada ou escolher algo que Lhe seja desagradável. Ele é o Pastor. Ele me dirige. Quando garoto, eu estava certa vez sentado na porta de trás da casa, numa noite enluarada, escutando o meu avô queixar-se das ovelhas. E como não se queixar? Na noite anterior havíamos chegado em casa bem a tempo de ver um coiote iluminado pelos faróis saltar a cerca. Ele tinha uma ovelha nova com a cabeça presa pelos dentes e o corpo dela jogado sobre suas costas. E havíamos passado a noite toda sentados no telhado da casa esperando que os coiotes retornassem. Depois de muitas horas de espera, decidimos fazer uma pausa e entramos na casa para tomar café. Quando retornamos, várias ovelhas já haviam sido mortas sem que nenhum som de alarma fosse emitido pelas ovelhas. Em outra ocasião, fiquei observando espantado enquanto várias ovelhas seguiam umas às outras para dentro do espesso lamaçal de esterco que havia no curral de alimentação, onde passo a passo foram se afundando cada vez mais, até ficarem completamente presas e gritarem por socorro.
Para mim era óbvio que criar ovelhas era um negócio caro, exasperante e frustrante. Meu avô tinha que fazer tudo por elas, e elas eram muito bobas. Certa vez sugeri ao meu avô: “Vô, por que não nos livramos de todas as ovelhas?” Eu pensava que seria elogiado por minha idéia, mas ele imediatamente retrucou: “Ah não, eu gosto delas!” Essa simples frase me revelou que ele era um pastor em seu coração. Eu amava aquele pastor! Pois muitas vezes eu próprio havia descoberto que estava preso, que era bobo e um maria-vai-com-as-outras, e ainda que eu fosse exasperante, frustrante e caro, ele demonstrava esse mesmo coração para comigo.
Agora, se multiplicarmos essa ilustração simples por um milhão, começaremos a ter um vislumbre do coração do Grande Pastor. E como é que somos nós, as ovelhas? As ovelhas seguem alguém naturalmente, e conhecem a voz da pessoa que as protege e supre. Elas podem ser lideradas, ao contrário da maioria dos outros animais, que precisam ser conduzidos. O corpo delas não foi feito para lutar; quando têm problemas, elas simplesmente gritam por ajuda. Elas não têm um plano aparente, e gostam de se espalhar por aí. Um bom pastor não luta contra a natureza da ovelha, mas usa essa natureza; ele entende as fraquezas das ovelhas e completa aquilo que falta. Ainda que as ovelhas possam dormir quando os lobos estão rondando, o pastor não dorme. As ovelhas não têm a mínima idéia sobre os cuidados e as necessidades de amanhã, mas o pastor tem. As ovelhas não têm um plano nem um método para realizar, mas o pastor tem. Em tudo aquilo que as ovelhas são fracas, o pastor é forte.
Qual o valor prático disso para nós, nos dias de hoje? Eu gostaria de aplicá-lo ao processo decisório, visto que a maioria dos cristãos simplesmente não entende a sua fraqueza nessa área ou, conseqüentemente, sua necessidade de que o Pastor seja a sua força. O Pastor tem-nos guiado nos acontecimentos naturais da vida; esta é a Sua função. Ele apenas nos está pedindo que sejamos aquilo que somos naturalmente. Naturalmente não sabemos o futuro, exatamente o quê deveríamos estar fazendo amanhã, ou o lugar exato para onde Ele nos está levando. Se soubéssemos todas essas coisas, não estaríamos andando por fé e, portanto, não poderíamos estar agradando a Ele. Pois “sem fé é impossível agradar a Deus...” (Hebreus 11:6 NVI)
Mas o que nós fazemos naturalmente? A resposta é diferente para cada pessoa. Eu sei o que eu faço naturalmente: eu escrevo, dou palestras, viajo, discipulo, e faço caminhadas (descobri que presto mais atenção à voz Dele quando estou caminhando lá fora). Ninguém precisa me dizer para fazer essas coisas, pois as fui fazendo naturalmente desde que me tornei cristão. Essa é a minha vida de ovelha atualmente. Para você, pode ser cuidar das crianças, limpar a casa e balbuciar alguns pedidos a Deus nos escassos momentos a sós com Ele, entre as obrigações de mãe e esposa. Pode ser que você vá para o emprego de carro, trabalhe, volte para casa, vá para um segundo emprego, faça uma visita para manter as amizades e, antes de cair na cama, ache um tempinho para abrir as Escrituras.
A coisa mais importante é se você crê ou não crê que Ele o dirigiu a esse ponto. Se você acha que você é responsável pelo lugar em que está, então a descrença tem uma porta de entrada e você vai gastar tempo pensando nos “se”. Eu creio que nas épocas em que estive na escola, em que trabalhei com couro ou na construção civil, quando estive desempregado, fui gerente, faxineiro, cortador de árvore de Natal, mecânico de automóveis, pastor no campus, reformador de casas, pintor ou palestrante internacional, eu estava sempre sendo dirigido! Eu tenho um Pastor e não vou crer em qualquer outra coisa.
Como Pastor, Ele me dirige através do natural. Mas atenção para um segredo! As ovelhas são dirigidas, não sabem para onde vão e no grande pasto elas escolhem a grama que lhes parece mais apetitosa. Ele me dirigiu ao casamento, mas fui eu quem escolheu a esposa. Ele me dirigiu para a escola, mas fui eu quem a escolheu. Ele me dirigiu ao Tennessee, Novo México, Kansas e Colorado através de acontecimentos naturais, mas eu escolhi ir para aqueles lugares. Ele estava dirigindo, eu escolhendo, e eu sempre escolhi a coisa perfeita. Sim, Ele estava me dirigindo através da minha escolha. Hoje Ele me levou a um ministério internacional, e eu posso escolher para onde quero ir. Não há como errar, pois estou no pasto para o qual Ele me dirigiu.
Você consegue enxergar que a decisão é sempre tomada no contexto do pasto dentro do qual Ele o colocou? Ele está dirigindo você para um pasto, e nada há ali que possa causar a sua destruição, de modo que você tem liberdade de escolher qualquer das coisas que enxerga (obviamente não estamos falando do pecado que pode ter invadido o seu pasto). Esta é uma caminhada de fé; se você estiver andando em descrença, nem tente entrar nessa discussão. Um Deus pequeno coloca o peso das grandes decisões sobre os seus ombros, enquanto que um grande Deus coloca sobre você somente o peso das pequenas decisões. A descrença exige decisões trabalhosas, enquanto que um grande Deus facilita as coisas.
Você consegue crer nisso? Não é você quem manda nas suas crenças: são as suas crenças que mandam em você!! Muitas vezes a sua fé será apenas do tamanho de uma moeda, mas você se encontra numa situação do tamanho de um prato. No início, vai querer diminuir o tamanho da situação para fazê-la caber dentro daquilo que você acredita que Deus pode fazer, mas o plano de Deus é que você expanda a sua fé. Você tem um Pastor que o dirigiu ao ponto exato em que você se encontra hoje, portanto hoje você pode escolher a grama que lhe parece melhor. Não acredito que eu alguma vez tenha feito um erro. Isso não quer dizer que eu não tenha pecado, estado errado ou falhado. Porém nunca errei em conhecer a vontade de Deus. Simplesmente reconheço que Ele está dirigindo, daí tomo uma decisão de acordo com aquilo que me parece bom, e então digo: “Pai, eu quero a Sua vontade e não a minha. Eu escolho fazer tal e tal” E, em seguida, começo a agir. Deus tem sido fiel em fechar as portas a tudo que não seja da Sua vontade.
“Acho que não deve ser da vontade de Deus que eu faça aquilo, pois eu tenho vontade de fazê-lo e seria muito divertido.” Esta é uma frase que mostra a descrença da pessoa que a diz. Para começar, quem foi que colocou o desejo em você? Você é realmente tão esperto que conseguiu conjurar sozinho essa vontade de fazê-lo? Já se perguntou por que algumas pessoas gostam de ficar em casa e outras, de viajar? Já se perguntou por que não me incomodo de ficar sem comer e dormir num chão sujo sem aquecimento no inverno? Porque Deus colocou isso em mim. E por que algumas pessoas detestam essas mesmas coisas? Porque Deus colocou isso nelas. Fico contente que Deus colocou na Betty algo diferente daquilo que colocou em mim. Ela prefere ficar em casa porque Deus colocou isso nela! E ela preferir ficar em casa, eu tenho uma base a partir da qual posso viajar. Todas as coisas cooperam umas com as outras, em fé!
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Escravo da Justiça por Mike Wells
Com Cristo em você, você se tornou um escravo da justiça (Rm 6:18). Posso lhe provar isso. Tente uma vez obedecer a Lei, observar o pecado que resulta disso e notar como você fica infeliz. Ficar infeliz quando peca é uma prova que você é escravo da justiça.
Freqüentemente discipulo pessoas que têm um caso extra-conjugal. Eu pergunto a elas: “Quando você era jovem, você ficava inquieto quando beijava seu namorado ou namorada?“ A resposta é não. “Mas quando você beijou pela primeira vez a pessoa com quem está tendo um caso, ficou inquieto?” A resposta é sim! Por quê? Simplesmente porque seu coração agora pertence ao seu cônjuge. Você não consegue mais beijar outra pessoa livremente.” Por que o pecado deixa você pouco à vontade? Seu coração pertence agora a outro. Pare de tentar melhorar e olhe à sua volta: a vida está testemunhando os fatos.
Você é um escravo da justiça!
Freqüentemente discipulo pessoas que têm um caso extra-conjugal. Eu pergunto a elas: “Quando você era jovem, você ficava inquieto quando beijava seu namorado ou namorada?“ A resposta é não. “Mas quando você beijou pela primeira vez a pessoa com quem está tendo um caso, ficou inquieto?” A resposta é sim! Por quê? Simplesmente porque seu coração agora pertence ao seu cônjuge. Você não consegue mais beijar outra pessoa livremente.” Por que o pecado deixa você pouco à vontade? Seu coração pertence agora a outro. Pare de tentar melhorar e olhe à sua volta: a vida está testemunhando os fatos.
Você é um escravo da justiça!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Não é suficientemente redentor!
(do original Not Redemptive Enough, de Mike Wells)
"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus. Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque suas obras eram más." (João 3:16-19 NVI)
Certa vez li sobre um cristão que foi caluniado num artigo de jornal. Todo o relato era mentira. A reação do cristão foi escrever uma resposta de três páginas ao artigo. Ele rebateu as mentiras com a verdade e questionou o caráter do escritor. A carta estava muito bem escrita. Antes de entregar sua resposta ao jornal, ele pediu que um amigo a lesse. Esperou ansiosamente pelos comentários do amigo em quem confiava. O amigo devolveu a carta e, ao abrir o envelope, viu que na primeira página estavam escritas quatro palavras. Ele me contou que essas quatro palavras o marcaram profundamente; tão profundamente que nunca as esqueceu. As palavras escritas no papel eram: ‘NÃO É SUFICIENTEMENTE REDENTOR!’. O cristão havia esquecido o propósito da nossa interação com o mundo descrente: “a redenção”. O objetivo de Deus é sempre a redenção. Daquele dia em diante, o cristão decidiu que seria redentor em tudo que fizesse e dissesse.
Devo admitir que fico espantado com muitos pregadores e também com os cristãos que os ouvem. “Pois Deus amou ao mundo de tal maneira que deu…” Ele foi libertador. Ele dá e o nosso evangelho (as Boas Novas) centralizam-se naquilo que Deus dá. Não importa como entendamos esse evangelho, Deus se esforçou muito para nos trazer até ele. O que me espanta e que, depois de verem como Ele se esforçou para nos trazer a ele, haja pessoas que vêem a Bíblia como algo que foi escrito para nos afastar Dele! Elas citam continuamente mais e mais passagens da bíblia que são usadas para manipular os cristãos através da culpa, para que se esforcem para ficarem no reino. Contudo, se é Deus quem me trouxe a Si, somente Deus pode me manter Nele. Um africano teve a visão de que iria para o inferno porque havia se apropriado erradamente do dinheiro da igreja. Não estou sugerindo que não fosse pecado aquilo que ele fez. Minha pergunta é a seguinte: “Se apropriar-se do dinheiro nos envia para o inferno, então como é que ficamos fora do inferno?” A resposta óbvia é “não apropriar-se do dinheiro”. No entanto, esta resposta exclui o trabalho de Jesus. Na realidade, o homem, ao testemunhar sobre os horrores do inferno, nunca mencionou Jesus. Bem, ele NÃO FOI SUFICIENTEMENTE REDENTOR! Será que é realmente tão fácil assim sair do Reino? Novamente: “Deus amou o mundo de tal maneira…” Será que Ele amou o mundo e o trouxe para si com tanto esforço, apenas para poder empurrá-lo para longe? A resposta está dentro de nós, e não em Deus. O motivo dele está claramente declarado: o amor. No entanto, precisamos nos fazer a seguinte pergunta: “Nós nos baseamos na lei ou no Amor? É tão fácil ir a Ele e, contudo, algumas pessoas querem que acreditemos que é muito difícil ficar Nele. Isso faz sentido? Tenho uma outra pergunta, porém estamos pregando a graça porque ela é aquilo que queremos crer, mas não conseguimos? Ele veio para nos redimir/libertar. À luz dessa grande verdade, ao ler uma passagem nas escrituras preciso me perguntar: “De que modo essa passagem é libertadora na minha vida?”
Mas agora temos alguns fatos muito duros. Eles são os seguintes. Você e eu CONTINUAMOS a pecar (lembre-se que o pecado assume varias formas, todas elas baseadas no orgulho). E agora, qual é a solução para o pecador habitual? Esta é uma questão que precisa ser respondida. Na minha opinião, há duas maneiras de respondê-la. Podemos tentar e buscar acordo a respeito daquilo em que acreditamos ou a respeito daquele em quem confiamos. Se decidíssemos definir a resposta na área da crença (crer, no Ocidente, geralmente significa concordar intelectualmente) e do entendimento, poderíamos nos posicionar como os legalistas, que crêem na punição e no afastamento de todos aqueles que pecam, com a ameaça de perder os direitos adquiridos pelo nascimento. No entanto, há problemas nesse sistema de crenças. Pois cada pessoa continua em um pecado ou outro até o dia em que for liberto deste corpo de carne. Isso não é uma opinião minha, é um fato. Pois aqueles que se consideram sem pecado, o fazem de acordo com sua própria definição. Se por causa do pecado perdemos os direitos adquiridos no nascimento, então todas as igrejas deveriam fechar as portas, porque não existem membros perfeitos. Seguindo-se a lógica de que, mesmo que seja fácil entrar no reino, e difícil ficar nele, seria melhor termos uma conversão no leito de morte e não dar à carne chance alguma de dominar-nos ou de falharmos.
Repetindo: é um fato que todos os cristãos continuam a cometer um ou outro pecado. Alguns são libertados do cigarro logo que aceitam a Cristo; outros são libertados anos depois. Alguns deixam imediatamente de caluniar; outros o fazem anos depois. Os pecados maiores da glória, orgulho, justiça própria e outros continuam acontecendo por muitos anos. E reiterando a questão: se a posição dos legalistas para com o cristão que cai for mantida, isso não acontece sem risco e sem falhas. Pois é uma tentativa de encontrar um acordo sobre doutrina, sistemas de crenças e passagens bíblicas, e deixar fora aquelas que não se encaixam naquilo que é permitido.
No entanto, existe uma segunda opção de abordagem das nossas falhas pessoais e das falhas dos outros. Podemos procurar respostas no centro, Naquele em quem confiamos. Todas as vezes que eu peco, ao confessar, Ele me diz: “VOCÊ é bem-vindo” e então me chama para mais perto com um outro “VOCÊ é bem-vindo”. Certo homem chegou a dizer para Deus que iria pecar e, no entanto, Ele respondeu “Eu te amo”. O que é que veremos, se olharmos bem dentro dos olhos Dele? Ele não é uma doutrina com regras rígidas e linhas que precisam ser seguidas: ele é amor. O que você vê? Eu vejo aquele que não esmagaria uma planta, que nunca desanimaria alguém, que lava os pés daqueles que falham continuamente. Você precisa decidir em qual lado quer ficar. Isso precisa ser acertado dentro de você, pois se não fizer isso,ficara dividido. Permitir que a doutrina se torne o seu foco causará uma morte natural à medida que você parar de viver para o Cristo no qual você inicialmente encontrou vida, e o resultado final disso é ficar dividido e ser usado.
E então, aos pés de quem você vai ficar? Aos pés da doutrina (a qual freqüentemente é a maneira dos cristãos carnais mudarem a Bíblia entrando pela porta de trás e mudando a palavra por meio de um comentário) ou aos pés do Cristo vivo? Você precisa decidir e acertar isso. Imagine que não existisse Bíblia. Em que você basearia sua vida cristã? Há duas possibilidades: ou ela se basearia em você mesmo, transformaria você em Deus e castigaria você mesmo pelos fracassos, ou se basearia na Graça. O que estou querendo mostrar é que não se consegue definir a questão de como Deus vê os fracassos do cristão, até que decidamos qual será a base para decidir a questão. Aquilo em que você se baseia faz toda a diferença. Decida no que vai se basear e aos pés de quem vai ficar, e então leve as coisas à sua conclusão lógica. Na minha opinião, você ficaria melhor sem as doutrinas dos carnais, que pretendem deixar as pessoas fora do reino, em vez de manter o testemunho Dele e do Seu trabalho através de você. Não deixo que a doutrina passe por cima do Deus vivo. Jesus não fez isso! Lembram-se de Oséias? Vamos definir este ponto. Você vai julgar seu passado, presente e futuro pela doutrina ou vai deixá-lo aos pés do amor encarnado? A decisão é sua. Mas, por favor, tome uma decisão.
No que se refere ao ficar cansado escutando os cristãos fracassados, eu não fico cansado, e jamais ficarei. Essas coisas tem me refinado e, vendo as conseqüências lógicas de basear-se na doutrina e na condenação para encontrar misericórdia, e vendo o sofrimento que acompanha isso, pouparam-me de muita angústia fazendo me tomar a decisão de permanecer aos pés do amor. A maior defesa da minha fé no AMOR e na VIDA está na observação das pessoas que fracassam e depois tentam se levantar novamente debaixo de condenação. Fico chateado que tantas delas fracassam. Elas ainda precisam decidir no que irão basear a sua vida. Se você a basear em algumas poucas passagens que o inimigo e a carne tiram de contexto (fora do contexto da nossa situação) então será necessário parar de ir à igreja ou morrer de ansiedade e pânico. No entanto, caso você enxergue o Amor, tudo isso é apenas o começo de uma grande aventura. Você pode se basear naquilo que você concorda ser intelectualmente correto ou pode se basear na pessoa em quem você confia. A unidade interior nunca entrará em acordo intelectual com as doutrinas do homem. No entanto, entrará em acordo com aquele em quem você confia. E isso é muito libertador!!
Salmos 51:1-4: “Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado. Pois eu mesmo reconheço as minhas transgressões e o meu pecado sempre me persegue. Contra ti, só contra ti, pequei e fiz o que tu reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me.”
"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus. Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque suas obras eram más." (João 3:16-19 NVI)
Certa vez li sobre um cristão que foi caluniado num artigo de jornal. Todo o relato era mentira. A reação do cristão foi escrever uma resposta de três páginas ao artigo. Ele rebateu as mentiras com a verdade e questionou o caráter do escritor. A carta estava muito bem escrita. Antes de entregar sua resposta ao jornal, ele pediu que um amigo a lesse. Esperou ansiosamente pelos comentários do amigo em quem confiava. O amigo devolveu a carta e, ao abrir o envelope, viu que na primeira página estavam escritas quatro palavras. Ele me contou que essas quatro palavras o marcaram profundamente; tão profundamente que nunca as esqueceu. As palavras escritas no papel eram: ‘NÃO É SUFICIENTEMENTE REDENTOR!’. O cristão havia esquecido o propósito da nossa interação com o mundo descrente: “a redenção”. O objetivo de Deus é sempre a redenção. Daquele dia em diante, o cristão decidiu que seria redentor em tudo que fizesse e dissesse.
Devo admitir que fico espantado com muitos pregadores e também com os cristãos que os ouvem. “Pois Deus amou ao mundo de tal maneira que deu…” Ele foi libertador. Ele dá e o nosso evangelho (as Boas Novas) centralizam-se naquilo que Deus dá. Não importa como entendamos esse evangelho, Deus se esforçou muito para nos trazer até ele. O que me espanta e que, depois de verem como Ele se esforçou para nos trazer a ele, haja pessoas que vêem a Bíblia como algo que foi escrito para nos afastar Dele! Elas citam continuamente mais e mais passagens da bíblia que são usadas para manipular os cristãos através da culpa, para que se esforcem para ficarem no reino. Contudo, se é Deus quem me trouxe a Si, somente Deus pode me manter Nele. Um africano teve a visão de que iria para o inferno porque havia se apropriado erradamente do dinheiro da igreja. Não estou sugerindo que não fosse pecado aquilo que ele fez. Minha pergunta é a seguinte: “Se apropriar-se do dinheiro nos envia para o inferno, então como é que ficamos fora do inferno?” A resposta óbvia é “não apropriar-se do dinheiro”. No entanto, esta resposta exclui o trabalho de Jesus. Na realidade, o homem, ao testemunhar sobre os horrores do inferno, nunca mencionou Jesus. Bem, ele NÃO FOI SUFICIENTEMENTE REDENTOR! Será que é realmente tão fácil assim sair do Reino? Novamente: “Deus amou o mundo de tal maneira…” Será que Ele amou o mundo e o trouxe para si com tanto esforço, apenas para poder empurrá-lo para longe? A resposta está dentro de nós, e não em Deus. O motivo dele está claramente declarado: o amor. No entanto, precisamos nos fazer a seguinte pergunta: “Nós nos baseamos na lei ou no Amor? É tão fácil ir a Ele e, contudo, algumas pessoas querem que acreditemos que é muito difícil ficar Nele. Isso faz sentido? Tenho uma outra pergunta, porém estamos pregando a graça porque ela é aquilo que queremos crer, mas não conseguimos? Ele veio para nos redimir/libertar. À luz dessa grande verdade, ao ler uma passagem nas escrituras preciso me perguntar: “De que modo essa passagem é libertadora na minha vida?”
Mas agora temos alguns fatos muito duros. Eles são os seguintes. Você e eu CONTINUAMOS a pecar (lembre-se que o pecado assume varias formas, todas elas baseadas no orgulho). E agora, qual é a solução para o pecador habitual? Esta é uma questão que precisa ser respondida. Na minha opinião, há duas maneiras de respondê-la. Podemos tentar e buscar acordo a respeito daquilo em que acreditamos ou a respeito daquele em quem confiamos. Se decidíssemos definir a resposta na área da crença (crer, no Ocidente, geralmente significa concordar intelectualmente) e do entendimento, poderíamos nos posicionar como os legalistas, que crêem na punição e no afastamento de todos aqueles que pecam, com a ameaça de perder os direitos adquiridos pelo nascimento. No entanto, há problemas nesse sistema de crenças. Pois cada pessoa continua em um pecado ou outro até o dia em que for liberto deste corpo de carne. Isso não é uma opinião minha, é um fato. Pois aqueles que se consideram sem pecado, o fazem de acordo com sua própria definição. Se por causa do pecado perdemos os direitos adquiridos no nascimento, então todas as igrejas deveriam fechar as portas, porque não existem membros perfeitos. Seguindo-se a lógica de que, mesmo que seja fácil entrar no reino, e difícil ficar nele, seria melhor termos uma conversão no leito de morte e não dar à carne chance alguma de dominar-nos ou de falharmos.
Repetindo: é um fato que todos os cristãos continuam a cometer um ou outro pecado. Alguns são libertados do cigarro logo que aceitam a Cristo; outros são libertados anos depois. Alguns deixam imediatamente de caluniar; outros o fazem anos depois. Os pecados maiores da glória, orgulho, justiça própria e outros continuam acontecendo por muitos anos. E reiterando a questão: se a posição dos legalistas para com o cristão que cai for mantida, isso não acontece sem risco e sem falhas. Pois é uma tentativa de encontrar um acordo sobre doutrina, sistemas de crenças e passagens bíblicas, e deixar fora aquelas que não se encaixam naquilo que é permitido.
No entanto, existe uma segunda opção de abordagem das nossas falhas pessoais e das falhas dos outros. Podemos procurar respostas no centro, Naquele em quem confiamos. Todas as vezes que eu peco, ao confessar, Ele me diz: “VOCÊ é bem-vindo” e então me chama para mais perto com um outro “VOCÊ é bem-vindo”. Certo homem chegou a dizer para Deus que iria pecar e, no entanto, Ele respondeu “Eu te amo”. O que é que veremos, se olharmos bem dentro dos olhos Dele? Ele não é uma doutrina com regras rígidas e linhas que precisam ser seguidas: ele é amor. O que você vê? Eu vejo aquele que não esmagaria uma planta, que nunca desanimaria alguém, que lava os pés daqueles que falham continuamente. Você precisa decidir em qual lado quer ficar. Isso precisa ser acertado dentro de você, pois se não fizer isso,ficara dividido. Permitir que a doutrina se torne o seu foco causará uma morte natural à medida que você parar de viver para o Cristo no qual você inicialmente encontrou vida, e o resultado final disso é ficar dividido e ser usado.
E então, aos pés de quem você vai ficar? Aos pés da doutrina (a qual freqüentemente é a maneira dos cristãos carnais mudarem a Bíblia entrando pela porta de trás e mudando a palavra por meio de um comentário) ou aos pés do Cristo vivo? Você precisa decidir e acertar isso. Imagine que não existisse Bíblia. Em que você basearia sua vida cristã? Há duas possibilidades: ou ela se basearia em você mesmo, transformaria você em Deus e castigaria você mesmo pelos fracassos, ou se basearia na Graça. O que estou querendo mostrar é que não se consegue definir a questão de como Deus vê os fracassos do cristão, até que decidamos qual será a base para decidir a questão. Aquilo em que você se baseia faz toda a diferença. Decida no que vai se basear e aos pés de quem vai ficar, e então leve as coisas à sua conclusão lógica. Na minha opinião, você ficaria melhor sem as doutrinas dos carnais, que pretendem deixar as pessoas fora do reino, em vez de manter o testemunho Dele e do Seu trabalho através de você. Não deixo que a doutrina passe por cima do Deus vivo. Jesus não fez isso! Lembram-se de Oséias? Vamos definir este ponto. Você vai julgar seu passado, presente e futuro pela doutrina ou vai deixá-lo aos pés do amor encarnado? A decisão é sua. Mas, por favor, tome uma decisão.
No que se refere ao ficar cansado escutando os cristãos fracassados, eu não fico cansado, e jamais ficarei. Essas coisas tem me refinado e, vendo as conseqüências lógicas de basear-se na doutrina e na condenação para encontrar misericórdia, e vendo o sofrimento que acompanha isso, pouparam-me de muita angústia fazendo me tomar a decisão de permanecer aos pés do amor. A maior defesa da minha fé no AMOR e na VIDA está na observação das pessoas que fracassam e depois tentam se levantar novamente debaixo de condenação. Fico chateado que tantas delas fracassam. Elas ainda precisam decidir no que irão basear a sua vida. Se você a basear em algumas poucas passagens que o inimigo e a carne tiram de contexto (fora do contexto da nossa situação) então será necessário parar de ir à igreja ou morrer de ansiedade e pânico. No entanto, caso você enxergue o Amor, tudo isso é apenas o começo de uma grande aventura. Você pode se basear naquilo que você concorda ser intelectualmente correto ou pode se basear na pessoa em quem você confia. A unidade interior nunca entrará em acordo intelectual com as doutrinas do homem. No entanto, entrará em acordo com aquele em quem você confia. E isso é muito libertador!!
Salmos 51:1-4: “Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado. Pois eu mesmo reconheço as minhas transgressões e o meu pecado sempre me persegue. Contra ti, só contra ti, pequei e fiz o que tu reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me.”
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